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O que acontece quando cidades limitam a circulação de carros

  • 7 de mai.
  • 2 min de leitura

DW Brasil


Berlim discute um ambicioso projeto para reduzir drasticamente a circulação de carros em seu centro urbano. O movimento “Berlim Sem Carros” quer transformar as ruas dentro do anel ferroviário da cidade em áreas de tráfego reduzido, permitindo a circulação de veículos motorizados apenas em situações específicas, como serviços de emergência, entregas e transporte de pessoas com mobilidade reduzida. A proposta prevê que moradores possam usar seus carros particulares no centro apenas 12 vezes por ano. Os ativistas defendem que a medida ajudaria a diminuir congestionamentos, poluição e ruídos, além de abrir espaço para árvores e áreas mais agradáveis para pedestres e ciclistas.


Imagem: Pexels
Imagem: Pexels

Outras cidades europeias já vêm adotando estratégias semelhantes para reduzir a dependência dos automóveis. Em Oslo, políticas implementadas desde 2017 priorizam pedestres e desencorajam o uso de carros particulares por meio de pedágios urbanos e da transformação de ruas em espaços verdes e convivência. O resultado foi uma redução de 28% no tráfego e um aumento significativo no número de pedestres e ciclistas. Além disso, a cidade registra ampla adoção de veículos elétricos, com mais de 98% dos novos automóveis registrados sendo de emissão zero.


Já Paris ganhou destaque com o conceito de “cidade de 15 minutos”, idealizado por Carlos Moreno. O modelo busca garantir que serviços essenciais estejam acessíveis a pé ou de bicicleta em até 15 minutos. Em vez de proibir carros, Paris criou zonas de tráfego limitado no centro, restringindo o uso das vias apenas para deslocamentos locais. As medidas reduziram o tráfego e incentivaram formas mais sustentáveis de mobilidade urbana. Enquanto isso, os ativistas berlinenses seguem coletando assinaturas para levar a proposta de um centro sem carros a referendo popular ainda este ano.


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O projeto Tempo de Aprender em Clima de Ensinar foi criado pela equipe do Laboratório de Meteorologia da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (LAMET/UENF), com o intuito de discutir com alunos e professores de escolas públicas as diferenças entre os conceitos de “tempo” e “clima” através de avaliações e estudos das características da atmosfera.

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