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Nova técnica permite transformar plástico PET em material capaz de capturar CO2

  • Foto do escritor: Tempo de Aprender em Clima de Ensinar
    Tempo de Aprender em Clima de Ensinar
  • 26 de jan.
  • 1 min de leitura

Fonte: G1 Meio Ambiente


Foto: Pexels
Foto: Pexels

Pesquisadores da Universidade de Copenhague desenvolveram uma tecnologia que transforma resíduos de plástico PET em um material capaz de capturar dióxido de carbono (CO₂) da atmosfera. O processo, descrito em estudo publicado na Science Advances, converte o plástico descartado em um novo material chamado BAETA, unindo o combate ao acúmulo de lixo plástico e às mudanças climáticas em uma única solução.

O BAETA possui uma superfície quimicamente modificada que se liga ao CO₂ de forma eficiente e mantém seu desempenho em diferentes condições, desde a temperatura ambiente até cerca de 150 °C. Isso permite sua aplicação direta em processos industriais, como em chaminés de fábricas, capturando o gás antes de ser liberado.


Quando saturado, o material pode ser aquecido para liberar o CO₂ concentrado, que pode ser armazenado ou reutilizado, por exemplo, na produção de combustíveis sintéticos.


Além de ser durável e escalável, a tecnologia reaproveita até resíduos de PET de baixa qualidade, que normalmente não entram na reciclagem tradicional e acabam em lixões ou nos oceanos. Para os pesquisadores, o método cria um incentivo econômico e ambiental ao transformar lixo em um recurso valioso, reduzindo a poluição plástica e contribuindo para a mitigação das emissões de gases de efeito estufa.


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O projeto Tempo de Aprender em Clima de Ensinar foi criado pela equipe do Laboratório de Meteorologia da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (LAMET/UENF), com o intuito de discutir com alunos e professores de escolas públicas as diferenças entre os conceitos de “tempo” e “clima” através de avaliações e estudos das características da atmosfera.

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