Aumento de 1°C no calor pode elevar em 22% risco infantil, diz estudo
- Tempo de Aprender em Clima de Ensinar

- 15 de ago.
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Fonte: Um Só Planeta
Esse estudo mostra de forma contundente que as mudanças climáticas não são apenas um problema ambiental, mas uma crise de saúde pública — com impactos particularmente severos para crianças e mulheres grávidas, e ainda mais para quem vive em condições de vulnerabilidade social.

O quadro que ele traça é preocupante:
Pequenos aumentos de temperatura já elevam expressivamente o risco de morte infantil e complicações na gestação.
Calor extremo, além de aumentar a mortalidade neonatal, está associado a parto prematuro, baixo peso ao nascer, pré-eclâmpsia, e até malformações congênitas.
Poluição do ar contribui fortemente para partos prematuros e problemas de desenvolvimento, reforçando o peso combinado de fatores climáticos e ambientais.
Eventos extremos, como enchentes e secas, pioram a nutrição, interrompem serviços de saúde e aumentam o risco de doenças infecciosas.
O estudo também reforça que os impactos são desiguais: pobreza, moradia precária e acesso limitado à saúde tornam certas populações muito mais expostas e menos capazes de reagir.
As soluções propostas — como incluir grávidas e crianças nos planos nacionais de adaptação climática, melhorar sistemas de alerta, adaptar unidades de saúde e criar redes de suporte social — não dependem apenas de tecnologia, mas de vontade política e políticas públicas estruturadas.








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