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Brasileira ajuda a reinventar crescimento urbano com “agrihoods”, o bairro do futuro

  • há 1 dia
  • 1 min de leitura

Fonte: ONU News


Imagem: Freepik
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Uma iniciativa pioneira no Brasil está propondo uma nova forma de crescimento urbano baseada na regeneração ambiental e na produção sustentável de alimentos. Idealizado por Márcia Mikai, da Pentagrama Projetos em Sustentabilidade e Regeneração, o modelo de “agrihoods” cria comunidades residenciais integradas a sistemas agroflorestais e à restauração ecológica. A proposta busca enfrentar problemas como enchentes, ilhas de calor, escassez hídrica e insegurança alimentar, ao mesmo tempo em que fortalece a resiliência climática e reconecta moradores à natureza.


Os agrihoods combinam moradia, áreas verdes, produção local de alimentos e manejo sustentável da terra, regenerando áreas degradadas e promovendo biodiversidade. O modelo, já testado em cidades como São Paulo, Brasília e Curitiba, aposta em sistemas agroflorestais economicamente viáveis, capazes de gerar lucro e benefícios ambientais. Além de capturar carbono, essas áreas ajudam a reduzir o risco de enchentes, melhorar o microclima urbano e estimular um senso de comunidade entre moradores de diferentes perfis sociais.


A iniciativa conta com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), por meio do programa BioCidades Empreendedoras, e dialoga com a Década das Nações Unidas da Restauração de Ecossistemas. O projeto reforça a necessidade de redirecionar investimentos para soluções baseadas na natureza, já que atualmente o financiamento de atividades prejudiciais ao meio ambiente supera em muito os recursos destinados à restauração. Para especialistas, integrar natureza e cidade não é apenas uma estratégia ambiental, mas também econômica e social, capaz de tornar os centros urbanos mais resilientes e sustentáveis.


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O projeto Tempo de Aprender em Clima de Ensinar foi criado pela equipe do Laboratório de Meteorologia da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (LAMET/UENF), com o intuito de discutir com alunos e professores de escolas públicas as diferenças entre os conceitos de “tempo” e “clima” através de avaliações e estudos das características da atmosfera.

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